As Melhores Trilhas em Urubici – SC: Dicas de Lugares para Visitar

trilhas em urubici

Sabia que o pico mais alto da Serra Catarinense atinge 1.822 m e muda totalmente o clima e a vista da região? Esse dado revela por que este destino é tão procurado por quem busca paisagens e ar puro.

A Serra Catarinense concentra cânions, cachoeiras e mirantes que marcam Santa Catarina. Aqui você encontra a Pedra Furada, paredões de 90 m e quedas que impressionam. O clima varia muito: verões limpos e invernos frios influenciam a saída ao ar livre.

Este guia mostra por que trilhas urubici e arredores são imperdíveis. Vamos orientar sua escolha segundo beleza, duração e grau de esforço. Também avisamos sobre autorizações, áreas privadas e regras específicas de acesso.

No fim, você terá uma visão clara da melhor rota para sua experiência, seja para mirantes cinematográficos ou passeios rápidos com piscinas naturais.

Panorama de Urubici na Serra Catarinense: clima, paisagens e por que este é o destino certo

A serra catarinense oferece um cenário de montanha com araucárias, campos de altitude e rios cristalinos. A paisagem revela a imponência da Serra Geral e vistas que mudam a cada trilha.

O Morro da Igreja atinge 1.822 metros altitude, com clima de montanha que varia entre 0°C no inverno e 22°C no verão. Dias claros no verão favorecem a observação da Pedra Furada; o frio do inverno também atrai visitantes.

A região soma hospedagens charmosas, gastronomia típica e forte hospitalidade local. Isso transforma o local num destino ideal para quem busca experiência de ecoturismo e fotografia.

  • Quando ir: verão para visibilidade, inverno para clima frio; março tem festa local.
  • Planejamento: roupas por camadas, capa de chuva e proteção solar.
  • Rotas: desde percursos curtos até passagens de médio esforço, todas com alto impacto visual.
Época Clima médio Recomendação
Verão ~22°C Mirantes e dias limpos
Inverno ~0°C Roupas quentes e paisagens geladas
Março Ameno Festa das Hortaliças

trilhas em urubici: as melhores rotas para cânions, cachoeiras e mirantes

Explore caminhos que levam a mirantes amplos, vales profundos e piscinas naturais. A seguir, descrições práticas das principais rotas, com duração, nível e destaques visuais.

Trilha da Pedra Furada via Morro da Igreja (Parque Nacional de São Joaquim)

A trilha pedra furada contorna o cume do morro igreja e parte de uma área protegida do nacional joaquim. São 8–8,5 km ida e volta, cerca de 5 horas, nível moderado a moderado/difícil.

Há trechos de escalaminhada, pedras soltas e limite diário de 30 pessoas. Estrangeiros precisam de autorização com 15 dias. Crianças somente acima de 12 anos.

Serra do Corvo Branco e mirante entre paredões

A estrada corta paredões de 90 m e a trilha serra corvo soma ~12 km ida e volta. Tempo médio: 6 horas, nível moderado.

Nos altos do corvo branco há circuito por campos altitude e a Gruta Nossa Senhora de Lourdes.

Cânion Espraiado: campos, riachos e pôr do sol a 1.500 m

O cânion espraiado alcança cerca de 1.500 metros altitude. Subida de ~9 km a partir da Pedra da Águia, com riachos e cachoeiras ao longo do percurso.

Propriedade privada; prepare-se para trechos íngremes e um fim de tarde memorável.

Rota Distância (ida e volta) Tempo Nível
Pedra Furada 8–8,5 km ~5 h Moderado/Difícil
Corvo Branco 12 km ~6 h Moderado
Cânion Espraiado ~9 km Variável Moderado

Cânion das Laranjeiras, Sete Quedas e Avencal

O cânion laranjeiras tem cerca de 5 km ida e volta e é opção leve a moderada no limite sul do parque. É perfeito para vistas amplas sem trechos técnicos.

O sítio Sete Quedas, próximo ao centro, oferece piscinas naturais e mirantes em percurso curto. Já a base da Cachoeira do Avencal fica a ~500 m de caminhada até a queda de 100 m.

Nascente do Rio Pelotas e Arroio Boca da Serra

A nascente do Rio Pelotas soma ~10 km ida e volta, cerca de 6 horas, em nível moderado, com múltiplos córregos pelo caminho.

Arroio Boca da Serra exige ~8 km e 4 horas, finalizando em piscina natural — ótima opção para um dia de trekking com recompensa.

Quais equipamentos são necessários para essas trilhas?

De antemão, você precisa saber que você irá explorar uma trilha ou cachoeira  que possui trilha com terreno irregular. Um erro comum de muitos turistas é achar que para visitar atrativos naturais, não se precisa vestimenta específica, nem levar muita coisa. Muito pelo contrário, investir em equipamentos adequados para trilhas e visitas a cascatas não é apenas uma questão de conforto, mas de segurança e eficiência.  

Desde já, saiba que alguns itens básicos garantem que o aventureiro esteja preparado para enfrentar os desafios da natureza (subidas e descidas ingrimes, rochas, troncos, rios, chuva), aproveitando ao máximo a experiência com menor risco de acidentes, desconforto ou perrengues.   O que funciona é possuir uma bota de trilha, uma boa mochila e uma garrafa d´água.  Claro que há outros itens importantes, como bastão de caminhada, roupas transpiráveis, boné/chapéu, entre outros. Mas para quem não deseja investir muito, bota, mochial e água é mínimo para se ter uma boa experiêcia. 

Por isso, fizemos uma análise das melhores botas (separadas por gênerado), a melhor mochila e a melhor garrafa para você não passar sufoco no seu passeio. Acesse AGORA os links abaixo e invista em bons equipamentos para suas trips!

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Como planejar sua caminhada: dificuldade, autorizações e o que levar

Um bom roteiro começa antes da partida: conhecer dificuldades e autorizações é essencial.

Entenda os níveis e os tempos médios para combinar segurança e prazer. Pedra Furada tem cerca de 8–8,5 km ida volta e leva ~5 h, com trechos moderada a moderada/difícil. Corvo Branco soma ~12 km e ~6 h, com nível moderado.

Cânion das Laranjeiras é mais curto (~5 km, 3–5 h) e leve a moderado. Nascente do Pelotas fica em ~10 km e ~6 h; Arroio Boca da Serra tem ~8 km e ~4 h. Sete Quedas e Avencal são boas opções para dias mais curtos.

Níveis, autorizações e regras

Muitas rotas passam por propriedades privadas e cobram taxa. A trilha da Pedra Furada no Morro da Igreja, dentro do parque nacional joaquim, tem limite de 30 visitantes/dia e máximo de 10 por guia.

Há proibição de drones, crianças apenas acima de 12 anos e estrangeiros precisam de autorização prévia ao Cindacta. Confirme horários e exigências antes de sair.

Checklist prático

  • Calçado com solado antiderrapante, mochila pequena e capa de chuva.
  • Lanche de trilha, água, kit de primeiros socorros e proteção solar.
  • Roupas por camadas para 0°C a 22°C, dinheiro em espécie e câmera.
  • Informe alguém sobre seu trajeto e avalie contratar guia em rotas pouco sinalizadas.
PercursoDistância (ida e volta)Tempo médio
Pedra Furada8–8,5 km~5 h
Corvo Branco12 km~6 h
Cânion Laranjeiras5 km3–5 h

Compare níveis para montar um roteiro que equilibre dias curtos e médios. Organize deslocamentos a partir do centro da cidade e reserve margem para imprevistos. Assim você garante uma experiência segura e memorável na região.

Experiências que elevam o roteiro: mirantes, estradas cênicas e centros de apoio

Mirantes e estradas cênicas transformam um roteiro comum em uma sequência de cartões-postais. São paradas pensadas para descansar, fotografar e entender a geografia local sem esforço extra.

Serra do Rio do Rastro e Mirante Serra Parque

A Serra do Rio do Rastro oferece toda grandiosidade da formação rochosa e curvas que contam a história da estrada usada por tropeiros. Pare nos mirantes ao longo do traçado para ver vales profundos e captar as melhores luzes do dia.

O Mirante Serra Parque tem acesso fácil e paredes verticais imponentes. É um ponto ideal para fotos rápidas sem cansar o grupo.

Altos do Corvo Branco e Gruta Nossa Senhora de Lourdes

Programe o circuito dos Altos do Corvo Branco para caminhar por campos altitude e matas nebulares. A vista da Serra Geral revela paisagens deslumbrantes e mostra a formação rochosa com escala impressionante.

No retorno, visite a Gruta Nossa Senhora de Lourdes. A fenda natural tem história e funciona como fechamento contemplativo da experiência.

  • Inclua a Cascata Véu da Noiva (~60 m) para contraste entre basalto e verde.
  • Combine mirantes com curtas caminhadas e deixe espaço para fotos ao amanhecer e fim de tarde.
  • Muitos pontos ficam a curta distância de carro do centro urubici, facilitando a logística.

Conclusão

Feche sua visita com um roteiro que una trilha curta, um mirante e uma rota mais longa para desafio. Assim você vive uma experiência única na serra catarinense sem abrir mão do conforto.

Da Pedra Furada no Morro da Igreja às formações rochosas do Corvo Branco, a região oferece opções de ida e volta para todos os perfis. Inclua a trilha pedra furada, a trilha serra corvo e opções como o cânion espraiado e o cânion laranjeiras.

Use a cidade e o centro urubici como base, respeite regras do parque nacional e limite de visitantes. Planeje dias, cuide do impacto e aproveite cada paisagem deste destino.

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